2002
A primeira turmaDescobri cedo que o problema não era estudo.
O aluno que ia mal não ia mal por não estudar. Ia mal porque estudava a coisa errada, com afinco, durante meses. Isso muda tudo o que um professor faz depois.
Prancha 01 / Professor de língua portuguesa
Você provavelmente não tinha nascido. São 24 anos ensinando língua portuguesa, escola pública e particular, mais de 4.000 alunos, e hoje ENEM, concurso público e Colégio Militar.
Nenhum dos meus alunos aprendeu por atalho mágico. Aprenderam porque alguém sentou do lado e mostrou o padrão que a prova repete.
2002
A primeira turmaO aluno que ia mal não ia mal por não estudar. Ia mal porque estudava a coisa errada, com afinco, durante meses. Isso muda tudo o que um professor faz depois.
2005
Pública e particularO mesmo erro aparecia nos dois lugares, com a mesma frequência. Isso derrubou a explicação fácil, a de que era questão de escola. Não era. Era questão de método.
2011
O padrãoÉ estrutura. E estrutura tem nome, tem lugar onde aparece e tem jeito de reconhecer antes de acontecer. Foi disso que saiu tudo o que eu ensino hoje.
2026
HojeMudou a prova, não a matéria. A prova repete padrão, e quem reconhece o padrão decide mais rápido e erra menos, sabendo exatamente o mesmo conteúdo que os outros. Vinte e quatro anos de português para caber em duas linhas.
O que isso soma
24
anos em sala de aula, desde 2002
4.000+
alunos que passaram pelas minhas aulas
200 mil+
me seguem no Instagram
Entrei em sala em 2002. Entre 2005 e 2011 dei aula em escola pública e particular ao mesmo tempo, seis anos seguidos, e isso significa duas realidades de aluno na mesma semana. Um lugar onde faltava tudo e outro onde não faltava nada. Foi lá que eu parei de acreditar que o problema fosse falta de esforço.
Mais de 4.000 alunos passaram pelas minhas aulas desde então. Hoje eu preparo gente para o ENEM, para concurso público e para o Colégio Militar, que são três provas diferentes cobrando a mesma coisa por baixo: ler o que está sendo pedido antes de responder. Mais de 200 mil pessoas acompanham isso comigo no Instagram, todo dia.
O dia em que eu mudei de ideia
Em 2007 eu corrigi 60 provas de português de duas escolas na mesma semana, uma pública e uma particular. O mesmo erro aparecia nas duas, na mesma proporção. Foi ali que eu parei de achar que era questão de escola e comecei a achar que era questão de método.
Rogério de Oliveira
Se o aluno não entendeu, o problema é da explicação, não da cabeça dele. Explico de outro jeito quantas vezes precisar.
Três coisas que eu não faço em sala
Não são regras de redação. Valem para interpretação, para gramática e para o texto que você escreve, nas três provas que eu preparo: ENEM, concurso público e Colégio Militar.
O ENEM não inventa questão nova todo ano. Quem reconhece a estrutura decide mais rápido e erra menos, sabendo exatamente o mesmo conteúdo que os outros.
Musiquinha que exige lembrar a regra antes de usar não é macete, é enfeite. O que vale é o que transforma cinco regras em um teste só.
Enquanto o erro não tem nome, ele se repete e você não vê. Depois que tem nome, você vê ele chegando de longe.
Texto que pontua tem estrutura, e estrutura se desenha antes da primeira linha. Ninguém constrói prédio esperando inspiração chegar.
Dou aula de português para ENEM, concurso público e Colégio Militar. Estes dois materiais cobrem a parte do ENEM: um para as 45 questões de Linguagens, outro para a redação. Juntos, dão conta das 13h30 às 19h do primeiro domingo.
Para usar enquanto você resolve, não para ler de ponta a ponta.
Todo mundo te mostra a nota 1000. Aqui você vê por que a sua é 640.
Todo dia eu posto uma aula de graça no Instagram. Não é isca para vender nada. É o que eu explicaria na sala, se você estivesse nela. Vinte e quatro anos depois, a aula é a mesma. Mudou que agora a porta fica aberta e você entra na hora que quiser.
Instagram @professorrogeriodeoliveiraPara escola, cursinho, palestra ou imprensa, o caminho é o email.
Email professorrogeriodeoliveira@gmail.com